O que a LGPD pede, em resumo
- Base legal: ter um motivo legítimo para coletar (ex.: executar um atendimento que o cliente pediu).
- Transparência: deixar claro quais dados coleta e para quê.
- Finalidade: usar os dados só para o que foi informado.
- Segurança: proteger os dados guardados.
Cuidados no atendimento automatizado
Informe, de forma acessível, que os dados são coletados para atendê-lo e como falar sobre privacidade. Colete só o necessário (não peça o que não vai usar). E permita que a pessoa saiba e, quando aplicável, solicite exclusão dos dados.
Onde os dados ficam importa
Guardar dados em ferramentas seguras, com acesso controlado, é parte da conformidade. Evite planilhas soltas e sistemas sem controle de acesso. Rodar sistemas no seu próprio servidor, quando possível, aumenta o controle sobre onde a informação vive.
IA e dados sensíveis
Cuidado ao enviar dados pessoais para serviços de IA de terceiros: entenda o que o fornecedor faz com esses dados. Para informações sensíveis, prefira arquiteturas que minimizem a exposição. Na dúvida sobre casos específicos, consulte um especialista jurídico.
Perguntas frequentes
Preciso de consentimento para tudo?
Nem sempre — a LGPD tem outras bases legais além do consentimento, como executar o atendimento que o cliente solicitou. O importante é ter uma base válida e ser transparente. Casos específicos pedem orientação jurídica.
Automação aumenta o risco de LGPD?
Não necessariamente; bem feita, com dados organizados e seguros, pode até melhorar a conformidade frente a planilhas soltas. O risco vem do descuido, não da automação em si.
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